A verdade está lá fora – Parte II

03/11/2008


Por favor, um pingado e um pão com manteiga na chapa. Ahh. capricha na manteiga tá.

Virou cool, virou moda.

Tenho observado alguns novos planejadores com um discurso meio antropologista engraçado: “tenho olhado mais as pessoas e o movimento nas ruas, as diversidades culturais, blá, blá, blá…” Belo discurso se esse olhar saísse um pouco dos jardins, se essas observações não ficassem centradas na Oscar Freire ou nos Shoppings Iguatemi ou Morumbi e chegassem, ao menos, até o Cangaíba; quem sabe, até uma visão mais ampla, saindo do Jardim Reni indo até o Jardim Progresso, ai sim, você passa a entender um pouco da nossa diversidade.

Essa é a vida de um planejador, não da pra fazer planejamento dentro de uma caixinha apenas lendo relatórios de pesquisa, tem que ir pra rua, para todas as ruas.

O problema é que os planejadores de hoje, com ótimos salários, são muito nobres, é só perguntar para a maioria deles: Tá a fim de tomar um pingado e comer um pãozinho na chapa? O que você acha de comer um PF lá em Itaquera enquanto você observa o movimento e escuta as pessoas falando, enquanto alguém te pede emprestado o molho de pimenta? Não dá né, aquele cheiro de gordura pode impregnar a roupa chick, a toalha surrada de plástico sobre a mesa pode sujar a manga do Armani e o carro parado na porta pode chamar muita atenção.

Enquanto isso os planejamentos saem meio assim, com meia visão do que seja na verdade a vida das massas que povoam uma metrópole como São Paulo ou um país como o Brasil.

Já perdi a conta de quantas tardes passei em botecos da periferia observando pessoas, quantos mercadinhos, quantas padarias, quantos pontos de ônibus; puxando papo, perguntando, observando. Para planejar, não podemos esquecer de que a verdade está lá fora.

140 Comentários

  • Sim, eu acho que os planejadores tem que sair de suas “tocas” e ver a realidade do dia-a-dia das pessoass, afinal é para estas pessoas que eles irão desenvolver uma campanha. E como fazer isso sem conhecer o consumidor, saber o que ele faz, o que ele compra, quais o seus hábitos e seus costumes.
    Tem que deixar de lado essa história de lugares chiques e ir em locais comuns e simples sim, para pdoer conhecer melhor essas pessoas e saber a melhor maneira de se comunicar com elas.

  • Para descobrirmos quem é realmente o nosso publico, quais são seus costumes, hábitos, uma pesquisa detalhada e de preferencia estarmos falando frente a frente com esse público talvez seja a melhor maneira de termos um bom desempenho.
    Na nossa area não é admitido o eu acho, parece que…, provavelmente.
    Como o próprio título diz: “A verdade está la fora”. E é pra lá que nós temos que ir.

  • Um bom planejador, tem como obrigação conhecer e reconhecer as características das pessoas, tem que ter visão de tudo e sempre ir além dos relatórios, deve investigar, procurar conhecer e vivenciar os hábitos,desejos, necessidades, tendências do seu público em questão, pois só assim saberá quais táticas e ferramentas certas deverão ser usadas para impactar o seu target, atingindo o objetivo da campanha que é influenciar o pensamento e o comportamento das pessoas.

  • Resumindo em poucas palavras, para um planejador ter sucesso em sua ação, ele precisa conhecer a linguagem do povão.
    Por mais que o planejador se forme em uma das universidades mais caras e reconhecidas do país, que possua um carro importado do ano, que trabalha em um escritório com ar condicionado e bebe o cafezinho dessas maquinas chiques Ele vai ser só mais um no meio de tantos outros como ele que pensa que o mundo é só isso.
    Ele precisa de vivência, também precisa saber do que o povão gosta, saber como vive e o que traz satisfação.
    Ai sim ele vai saber o prazer de pedir um bom pingado e um pãozinho na chapa.

  • É fato que o as características dos consumidor atual mudaram consideravelmente e assim seus hábitos, gostos e interesses. Pra vender um produto é necessário torná-lo antes de tudo indispensável, mesmo quando não seja. E, como fazer isso? Na minha opnião é indo ao “core” da realidade do consumidor, mas tentanto enxergá-lo antes de tudo como pessoas e cposteriormente como um consumidor potencial. Dizem que as melhores idéias foram tidas nos bares, ruas, ônibus, enfim… é porque é lá que a vida acontece. Por que continuar mntendo a mente no escritório? A essência vai além do total absoluto individual, a essência está vaialém de relatórios de áudiência, a essência está na vivência, mas na real vivência, sem distinção de raça, sexo e etc.

  • Acredito que o básico de um planejamento é uma pesquisa bem feita, é o conhecimento do público, é focar no target certo, é saber os costumes, vontades, atitudes do consumidor final. É abrir a mente e tentar vivenciar a realidade,a massa e essa massa é encontrada nas classes B2, C e D.
    Afinal, para impactarmos alguem precisamos falar, agir ou no minimo transmitir uma menssagem de entendimento geral.
    Contudo, o planejamento é o ponto inicial de uma campanha, se ele for mal planejado corre o risco de ir todo o resto por água abaixo.

  • O planejador precisa conhecer a fundo o seu target.
    Saindo às ruas e vivenciando diversos públicos, ele perceberá o jeito de cada um e a linguagem utilizada, adequando o produto às suas necessidades.
    Sentir o que realmente acontece nas ruas, deixa o planejador mais próximo da realidade, alcançando assim maiores resultados.

  • É legal observar as pessoas na rua. Hábitos e costumes. Gírias e expressões. As pessoas são diferentes, e quando falamos de periferia, essa diferença é ainda mais notável, até porque vivemos em uma cidade com pessoas de diversas regiões do País. Cada um traz com sua origem os seus costumes, suas vivências, e o “jeitinho” de falar de cada região.
    Acredito que quando vamos planejar pra um tipo específico de público, precisamos conhecer a fundo, perceber o a verdadeira realidade das ruas, entender cada tipo de público e até mesmo os saber quais os assuntos mais comentados, quais as preferências, objetivos. As vezes só a teoria não é o suficiente para se entender o que realmente acontece por aí. É necessário vivenciar.

  • É muito importante para os nossos mais novos planejadores ter o conhecimento da linguagem popular, das pessoas de baixa renda, pois não adianta ter muitos conhecimentos técnicos se ele não sabe passar a mensagem do serviço/produto para esse público das classes D e E.
    A linguagem das classes A, B e C é mais formal. Se uma mensagem for passada para as classes D e E da mesma forma, com certeza será uma mensagem mal interpretada ou sem entendimento.
    Por isso é super importante os planejadores observarem mais, estudar cada classe e cada região com mais detalhes porque com certeza terá um retorno mais favorável.

  • Para planejar é preciso conhecer de tudo,prestar atenção nos minimos detalhes,filtrar tudo que se passa no ambiente, seja ele qual for. Não pode se prender só em uma coisa,uma situação, as pessoas são diferentes,as atitudes diferentes,ou seja cada um tem seu estilo de vida.
    para atingir um publico alvo é preciso saber sobre tudo esse publico .A verdade está lá fora basta observarmos melhor as pessoas.

  • Nosso país conta com varios tipos de classes sociais, etinias, religiões, raças, habitos, ou seja varias maneiras de vida, engraçado como podemos encontrar em São Paulo a Rua 25 de Março e a Rua Oscar Freire ruas totalmentes frequentadas por publicos diferentes diferentes.
    Para ser um bom planejador, a pessoa tem que enfrentar desafios, separar esses grupos é um deles, com certeza a abordagem será diferente, o modo como falar com um será diferente do outro.
    Como realizar esse serviço? para quem tem pratica seria muito mais falar, mas posso afirmar que pesquisa seria um bom caminho para saber o que seu publico alvo faz na vida, as classes sociais mais baixa é apenas um perfil para se tratar assim como os grupos de pessoas que encontramos por exemplos, skin head, emos, rappers, playboys.
    O planejador inspirado e pro-ativo para fazer o seu melhor serviço pode ter certeza que fará um bom trabalho, sabendo a forma de vida de seu publico, a partir dai ele ira atingir o seu target sem duvidas.

  • É, tambem acho que um bom planejamento e o planejamento certo, é pesquisar e tambem ver pessoalmente as coisas como elas são e não se limitar onde as pessoas de classe alta vivem. Acho importante conhecer todos os tipos de pessoas e saber tambem o que elas pensam. Isso ajuda muito para fazer um bom planejamento.

  • Um bom profissional, independente da profissão, deve ter conhecimento da área que trabalha e de tudo que a envolve, para realizar um bom trabalho. O profissional de planejamento principalmente, pois ele deve saber exatamente a linguagem que deve utilizar com as pessoas que ele quer falar para atingí-las da melhor maneira. Os costumes e hábitos de consumo de cada público são fatores importantíssimos, não adianta querer vender caviar para a classe D, ou dolly para a classe A. Muitas vezes passar pela experiência é melhor do que ficar na dúvida. Acho que todo profissional de qualquer que seja a área, que costuma trabalhar corretamente e tem objetivos de crescimento, deve ter a humildade de se deixar experimentar em qualquer situação, pois toda experiência é válida e o máximo que pode acontecer é você ter tentado.

  • Se eu pudesse afirmar apenas uma coisa, seria: nunca houve tantos “tipos” de pessoas como nos dias atuais.
    Em todo lugar que vamos nós encontramos mil pessoas diferentes ocupando um mesmo espaço. É possível encontrar pessoas de estilos opostos sentadas no mesmo restaurante, no mesmo ônibus, andando pelas ruas. Essa é a diversidade do povo brasileiro e, sobretudo, dos paulistanos.
    De fato é preciso conhecer, observar, pesquisar, trocar idéias, informações e experiências com os vários tipos de pessoas que encontramos pela vida para entender – nem que seja um pouco- o que elas fazem, buscam e desejam ler / ouvir.

    Além de fazer um bem danado para nós, como cidadãos, nos trará grande bagagem como profissionais.

  • Vemos nesse texto a clara realidade de hoje muitas pessoas vivem num “pequeno planeta paralelo” de luxo e riquesa enquanto o universo a seu redor vive outra realidade.
    E os publitarios devem ficar atentos va que o ideal para essa profissão é ideal é sempre jogar dos dois lados lógico que com estratégias diferentes mas sempre buscanto a vitória por mais que as pessoas de maior renda ganstem mais individualmente devemos levar em consideração o que as pessoas de menos renda gansto em conjunto e adapitar para estás produtos, serviços e principalmente a o modo de se comunicar devemos adaptar des midias a semrem usadas até as peças com conteudos mais adequados ao publico.

  • Sabemos que para planejar é necessario saber tudo o que se passa, para quem e com quem vamos falar. Como podemos planejar sem saber o que gosta e quais são os habitos? Um planejador tem que conhecer o consumidor, e claro que para conhecer é necessario ir aonde ele vai, saber o que ele come, o que veste ou gosta de fazer.É necessario sair do seu mundo, e ampliar seu conhecimentos, para isso precisa experimentar de tudo.

  • Nos dia atuais, um bom planejador e aquele que conhece de tudo, e não somente esta fechado no seu mundo
    e nas coisas ao seu redor.
    Acredito que um verdadeiro planejador seja justamente aquele que conhece um universo diferente do seu, que conhece uma realidade diferente da sua , outras culturas, outros modos de vida, sendo esta uma pratica necessária para que o planejador realmente consiga atingir seu publico alvo.E mais facil você convercer alguém para compra uma coisa, quando você conhece
    sua vida, seus gostos.

  • São inúmeras as ferramentas que podemos utilizar para conhecer melhor o nosso público alvo, temos a nossa disposição institutos renomados de pesquisas, a internet, e etc., tudo isso claro é uma maravilha, mas é muito superficial.
    Para obter o sucesso é fundamental para o profissional de propaganda conhecer profundamente seu público alvo, no dia-a-dia, na rotina, assim o profissional tem como interagir com as pessoas a serem atingidas e aprender mais sobre seus hábitos de consumo e afins.
    Ás vezes apenas uma observação responde a mais perguntas do que inúmeros relatórios, números e etc.

  • Penso que todo o ser humano não faz nada direito ou faz meio certo quando não se envolve completamente sobre um assunto. Ou seja, entender o que um consumidor deseja ou quer não é tarefa só de formulários respondidos que geram informações, e sim chegar ao intimo de uma pesquisa, tendo o privilégio de ser quase que um personagem de uma história escrita por nós mesmos.
    Essa é a entrega que todos, não só os profissionais de planejamento, mas todos os envolvidos com o projeto devem adotar para alcançar sucesso e mínima dispersão do seu público.

  • Dê que me vai adianatar planejar para quem freqüenta os Jardins, Morumbi e Iguatemi?
    Quem consome, quem é consumidor, quem gasta é aquele, melhor, são aqueles que se encontram às voltas da elite. Aqueles que representam as classes C e D que cada vez mais motram seu poder de consumo.

    O Brasil é um país com grande variação de culturas, planejar para uma minoria é como dar um tiro n’água, é apostar no errado enfim é pensar dentro da caixa e não fora dela.

  • Com esse titulo de texto não precisa dizer muita coisa, a verdade esta La fora e ponto. Independente do publico que queira atingir sendo classe A ou D os profissionais tem que estar por dentro desses mundos, conhecendo hábitos, novos hábitos, o modo de se comunicar, a linguagem, idéias, valores, gostos e outros aspectos que envolve conhecer e assim ter informações para chegar ao seu objetivo, informações que são diferentes de se conseguir com pesquisas ou informações antigas, pois rapidamente as pessoas mudam a rua muda, o que era legal já não é mais e vice versa, temos que participar desses mundos, tentar se aproximar ao maximo, para conseguir enxergar o melhor jeito de satisfaz elos e atingi-los.

  • Realmente é muito dificil, planejar uma coisa e trabalhar em cima dela, sem conhecer o que tem ao seu redor, ou conhecer pela metade. É importante que um bom planejador tenha conhecimento de todos os tipos de pessoas, de classe social diferente, raça, sexo, em fim, conhecer o que tem lá fora, para conquistar vários publios, mas principalmente o publico alvo. Mesmo por que não adiantaria nada criar um produto sem saber se o publico vai gostar, e claro quem quer chegar em algum lugar, tem que ir além e conhecer novos mundos, pois essa é a diferença.

  • Eu havia feito um breve comentário em “A verdade está lá fora – parte I” de que o profissional de nossa área tem que conhecer todas as linguagens. Observando agora o II, posso concluir que de fato eu não me enganei. É necessário para o planejador conhecer os mais variados tipos de cultura, valores, gostos, opiniões, saber como é o dia-a-dia (dentro de possível, é claro) das pessoas; poderíamos dizer que desde o alto executivo até aquela família mais simples. E é “nas andanças da vida” que o planejador conhecerá a maneira mais precsia de como atingir o público alvo. Pois se o cliente solicita “quero vender meu produto” ou “quero construir minha marca”, é necessário fazê-lo; e para fazê-lo é necessário conhecer o “mundo lá fora”, pois a verdade de fato está lá fora.

  • De nada adianta lançar um produto, sem realmente conhecer o seu público a fundo. Os planejadores estão acostumados com uma rotina onde não conseguem entender por exemplo o que as classes mais baixas vivenciam, utilizam e gostam.
    Para eles, conseguir atingir as classes A e B pode ser bem fácil, pois estão mais acostumados com esse estilo de vida, agora atingir a massa, o povão pode ser uma missão difícil caso não queiram vivenciar um pouco dessa realidade.
    Ser um bom planejamento, inclui não só saber o que as pesquisas falam e sim também ver com os seus próprios olhos o que de fato o povo gosta. Tarefa que muitos não acham atraente mas que na verdade faz uma diferença e tanto para conhecer as pessoas e enxergar o melhor caminho para atingi-las.

  • Sem planejamento e conheçimento da realidade, realmente fica dificil vender sem saber o que o consumidor quer comprar.
    Pelo que observei no texto hoje em dia , profissionais de planejamento vivem em um mundo pequeno, sem buscar as verdadeiras fontes, culturas, hábitos,tribos e etc.
    o Planejamento é fundamental em qualquer coisa que vamos fazer, ele é o ponto de partida se você não planejar direito com certeza algumas coisas vão sair erradas e as vezes pode colocar tudo por agua abaixo.
    Não dá pra ficar esperando as coisas acontecerem , o profissional de planejamento tem que saber o que realmente esta fazendo e buscar saber com profundidade o que deve ser feito para as outras coisas tambem darem certo.

  • Para planejar algo por completo devemos conhecer até os mínimos detalhes, devemos analisar todos os pontos possíveis, não só os que nos agrada. Tentar conhecer todos a nossa volta, para ter um bom planejamento devemos estar atento a tudo e a todos.
    Se o comunicador quiser passar uma mensagem a determinado publico ele deve conhecer esse publico o Maximo possível; Suas manias, seu ponto de vista, seu jeito de falar para obter uma comunicação mais próxima com o receptor, ou seja, conhecer o receptor no Maximo.
    E a melhor forma de conhecer nosso receptor e estando próximo deles, observando seus problemas de perto, nos só passamos a reclamar sobre alguma coisa se passarmos pelo problema.
    Para vendermos algo com mais facilidade nós devemos conhecer bem para quem estaremos vendendo e o jeito certo de vender.

  • Para se fazer um bom planejamento,e entender o comportamento das pessoas, é realmente necessário uma visão ampla sobre tudo!
    Focar apenas em restaurantes caros, lojas de grifes e em lugares que apenas a “alta sociedade” frequenta, ao contrário de que algumas pessoas pensam, faz com que nossa forma de ver o mundo se feche em uma visão de comportamento humano,que apenas uma pequena parte da população faz parte.
    Será mesmo que planejadores, que trabalham com esse estilo conseguem ter sucesso na profissão?Talvez sim, talvez não!
    Eles escolheram a área da comunicação como carreira, e a comunicação é ampla, está presente em todo e qualquer ser vivo.Afinal, desde bebês, com um simples chorinho, nós já nos comunicavamos.
    Comer um pingado e um pão com manteiga na chapa, traz uma perspectiva igual ou até maior do que frenquentar lugares em que são servidas trufas negras como prato principal.

  • Um bom planejador, não pode olhar apenas o meio no qual vive, tem que ter uma visão ampliada das coisas.
    Tem que tentar chegar o mais próximo do cotidiano daquelas pessoas no qual ele deseja impactar. Porém somente pesquisas não bastam, deve-se vivenciar, tentar entender o mais fundo possivel a realidade dessas pessoas.
    E não somente procurar entender isso na hora de realizar pesquisas para decidir onde anunciar, e sim estar presente em lugares diferentes, entendendo e aprendendo sobre culturas distintas, em relação a classes sociais umas com muito, outras com pouco, e algumas com quase nada de renda.
    Mas que todas possam ser de alguma forma consideradas consumidores, sempre levando em conta seus desejos e suas dificuldades e condições de compra.
    Profissionais de Comunicação, a palavra mesmo já diz tudo, e em tantas outras áreas, não deve deixar o dinheiro influenciar dessa forma. Deve-se sempre ter humildade.
    Devemos conhecer nosso target, da maneira mais completa possivel.

  • Acredito que para se obter um bom resultado de trabalho e uma boa pesquisa, temos que planejar e pesquisar em todos os lugares, conhecer todos os públicos e saber conviver com cada tipo de pessoa, com cada tipo de classe social, saber comer um cachorro quente na rua e saber comer um caviar, saber falar informal e formalmente.
    A diferencia é tamanha, mas não deixa de ser pessoas que devemos conhecer e entender e investir em seus costumes e hábitos. São públicos diferentes, porém muito importante para os nossos estudos.
    Os planejadores devem sair do seu “mundinho” e passar a investir em outros povos, em novos costumes.
    Assim como a Matéria da Regina Casé (a Verdade esta lá fora Parte I ), que foi em busca dos outros 50% da população que fazem seus acessos à internet de Lan houses em lugares bem distantes e humildes.

    Imagina que a metade da população esta ai, dividida nestas pessoas que estes Planejadores deixam de conhecer, ou que não se preocupam em conhecer.
    E esta metade da população que é deixada de lado. Sendo que ela faz total diferencia em uma Pesquisa e em um bom trabalho.

  • Culturas, hábitos, valores e costumes diversificados é o que mais encontramos nas sociedades. Os planejadores e todos os outros que trabalham com a comunicação, não podem se restringir a apenas um perfil de público, pois é necessário conhecer as necessidades de cada um e ter uma visão ampla, para que sejam capazes de conhecer o contexto geral em que vivemos. A área publicitária exige ousadia e determinação (independente do trabalho que seja executado), sendo assim, se torna necessário ir até as ruas e conhecer as pessoas com as quais queremos falar, pois não iremos descobrir determinadas peculiaridades que são fundamentais, através de um livro ou de um simples estudo. O responsável por tornar uma campanha publicitária em um verdadeiro sucesso, é justamente aquele profissional que conseguiu descobrir as necessidades e desejos de seu público, e levou sua mensagem até ele (pois o conhece e sabe onde encontrá-lo). Se cada planejador conseguisse entender a importância de conhecer o seu público “por inteiro”, certamente as chances de obter o retorno esperado em uma campanha seriam muito maiores.

  • No mercado atual, em qualquer mídia que seja, é fundamental conhecer o público com o qual se está falando, e na internet não é diferente.
    Fazer um banner que direciona para o site da empresa, por exemplo, já não adianta mais, é preciso falar a língua do seu consumidor e para isso é necessário entender que consumidor é esse. No caso da internet onde a navegação é “anônima”, é sem dúvida algo primordial a pesquisa para atingir em cheio o target, e não adianta nada anunciar carro importado em site onde o público é classe C, assim como em qualquer mídia que se pense em anunciar é necessário pesquisar e saber com quem o anunciante estará se comunicando. Ou seja, saber quem é o consumidor, “viver” o que ele vive.

  • Não adianta fazer um planejamento para uma campanha de massa se vc não conhece essa massa, e ao menos tem noção do que essas pessoas pensam, como elas vivem, que lugares freqüentam, o que consomem etc… Como vão conseguir impactar elas se os planejadores não sabem onde estão, devemos ter uma visão muito ampla do mundo, devemos olhar para tudo e para todos e tentar entender cada um, observar e tirar tudo que for possível de informações. Eles deveriam sair do seu mundinho de glamur, de riqueza e ver o outro lado, porque “A verdade está lá fora.”

  • Eu adoro ir em lugares diferentes, culturas diferentes e analisar o jeito de cada ser humano, deve ser por isso que me adapto facilmente à lugares novos. O brasil é muito divertido neste sentido, por ser extremamente diversificado. É tão legal analisar estas diferenças, você aprende muitas coisas novas, das quais, você pode aproveitar para inserir na sua vida, ver a sua própria vida de uma outra forma, pois você não é só mais um, você é único e diferente.
    A cidade de São Paulo, por ser um exemplo de diversificação, é uma das cidades mais legais e divertidas de ser analisada. Como já foi dito, os JARDINS e afins são de classe alta e dentro da classe alta você encontra vários estilos de pessoas desde as mais “certinhas” até as mais despojadas, e nestes locais tudo é lindo, muito bem estruturado e os onibus são uma beleza, até porque a maioria anda de carro.
    E as periferias? Vá para o extremo Zona Sul, Zona Leste e veja a população, é um aglomerado de gente maluca, todos eles querem ser o mais rápido, quer chegar na frente de todos, mas no fim todo mundo chega junto. O meio de transporte nas periferias são uma loucura, é uns por cima dos outros. Mas é nessas horas que tem que ser analisado a luta que cada um tem no seu dia dia e ver também que várias pessoas de vários estilos estão muitas vezes no mesmo lugar.
    O problema de muitas pessoas que vivem numa megalópole como São Paulo é que elas não vão nunca para a zona contrária de onde moram, eles se limitam e acabam por não aproveitar esta diversidade maluca e muito interessante de sampa. É vamos nos comunicar mais e deixar de ser preconceituoso, pois gente boa e gente ruim tem em todo lugar, não tenha medo, vá em frente e busque por aventuras na sua própria cidade. Você vai amar!!

  • A banalidade se tornou algo tão normal na vida das pessoas que até o profissionais de comunicação, profissionais esses que deveriam ser os últimos, ou nem serem infectados por este “mal” da globalização, adotaram esta “ângulo nobre” de enxergar a realidade. É FATO, para montarmos um bom planejamento de campanha, não só isso é claro, mas qualquer atividade que venhámos a desenvolver, temos que entender com funciona tudo, devemos ter a visão do todo, analisar o lá fora. Conviver com todos os tipos pessoas de pessoas, partilhar das vivências, conhecer a linguagem, o que pesam. Com todas essas experiências teremos capacidade, para dialogar, argumentar e principalmente nos aprimorar. A banalidade deve ser banida da face da terra.

  • Primeiramente antes de falar, devemos saber com quem estamos falando, para termos uma comunicação direta e eficaz, conhecer os desejos, saber o que querem, o que sonham, por que o sonho das pessoas não preço, o papel dos planejadores é justamente esse, conhecer e tornar esses sonhos alcançáveis, ou quando não for possível, manter ao menos essa chama acessa. Partindo dessa base, ele pode convencer o consumidor, que alguns de seus desejos, podem ser supridos, alcançados. Deixar a pretensão e arrogância um pouco de lado, ver que os detalhes fazem a diferença, e conhecer bem e a fundo o perfil do consumidor é imprescindível.
    Quantos de nós, não conhecem uma pessoa que se “desdobra” em vários, para alcançar algo, um bem material ou alguma outra coisa, acho que todos conhecemos, aquele sujeito, que economiza até o dinheiro do cafezinho, para comprar um determinado bem de consumo, a menina que deixa de fazer uma refeição, para ficar mais parecida com a “fulana” da novela, ou o até “cara” que fica com 100 “conto” no bolso no dia do pagamento, pra poder pagar suas contas e a prestação do seu carrão zero, parece brincadeira, mas é verdade, todos nós fazemos sacrifícios para realizarmos nossos sonhos, e isso deve ser levado em consideração em bom planejamento, a verdade esta lá fora ! …mas, ela também esta dentro de nós.

  • A vida de qualquer publicitário, não só do planejador, mas também da criação, do redator e outras áreas da agência não pode ser focada em apenas um hábito, tem que conhecer novas culturas, costumes e etc.
    Esse é o segredo para um bom planejamento. Conhecer a fundo o seu target, conhecer os seus gostos, seu modo de falar, seu jeito de se vestir. Não podemos nos focar apenas em pesquisa, é preciso presenciar as suas experiencias.

  • Acho que esta necessidade de sair da “zona de conforto” e ir para fora não é uma necessidade somente dos planejadores para profissionais de diversar áreas. Estar no meio para saber e poder perceber com sua própria percepção é algo que nenhum relatório consegue mostrar nem tão pouco relatar. Aqui acabamos passando por outro assunto que chama muito a atenção que é o profissional de Agência aqui no Brasil possui status de celebridade o que faz acontecer como foi comentado no post, um planejador comer um pão na chapa e tomar um pingado!

  • O planejamento é a base de tudo, é o ponto de partida. Para saber o caminho que devemos tomar com determinada campanha por exemplo é necessário conhecer a fundo todas as característias do seu produto.
    Se você tem algo destinado a classe C, é atrás dela que deve ir. É necessário ir as ruas sim, conhecer o dia-a-dia do seu público, conhecer as necessidades dele. Temos que ver a realidade, “sentir” o que o nosso público sente. E isso só se consegue indo atrás, “frenquentando” os lugares que esse público frequenta, a partir disso pode-se obter um planejamento de sucesso.

  • É preciso planejar.
    E, para planejar é preciso conhecer e compreender. Os planejadores devem relacionar-se mais pessoalmente com as metas e objetivos, criando atividades voltadas e realizadas no seio do cotidiano, direcionadas às diversas visões do real. O planejador intervencionista, sempre modifica, para melhor, a estrutura, o processo, a cultura do trabalho no qual se dedica traçando diretrizes para o estabelecimento do que conhece, e passa a conhecer mais de perto.
    É necessário, talvez torne-se palavra de ordem, tocar o que é preciso conhecer. Viver mais de perto, e ainda sim, ter sensações.

  • Gostei muito dos textos, realmente o padrão que conhecíamos como sendo um modelo está mudando, a classe C e D está participando ativamente da internet e para chegarmos até esse público que se mostra potencial pois avança cada dia entre as novidades e a possibilidade de compra, somos levados a verificar novos meios para planejar e atingir esse público, além disso realmente devemos sair um pouco as buscas e verificar onde, como, porque e com quem o nosso publico, ou o publico em geral está, fazendo o que por exemplo. Isso é importante pois nos mostra e nos leva a um mundo em constante mutação, que é o do mercado publicitário.
    Quem souber fazer isso e efetivamente o fizer, com certeza estará levando a sua fatia de target tão cobiçada no mercado.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *